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"Dryad's saddle, Pheasant's back"

Polyporus squamosus, conhecido comumente como sela-de-driade ou dorso-de-faisao, e um cogumelo de prateleira caracterizado por seus corpos frutiferos em forma de leque e semicirculares, com uma superficie de cor ocre-amarelada a palha marcada por zonas concentricas de escamas castanhas e achatadas. A parte inferior apresenta poros esbranquicados grandes e angulares em vez de laminas, e um exemplar fresco ao ser rasgado libera uma inconfundivel fragancia de melancia. Cresce sobre tocos e troncos de arvores de madeira dura como o platano e o olmo, atuando como saprobio e parasita, e distribui-se amplamente pela Europa, Asia e leste da America do Norte. O fungo e comestivel quando jovem e tenro e desempenha um importante papel ecologico como decompositor da madeira.
Polyporus squamosus foi nomeado pela primeira vez de forma valida por William Hudson e posteriormente sancionado por Elias Magnus Fries, o que da a citacao de autoridade (Huds.) Fr. O epiteto especifico deriva do latim squama, que significa "escama", em referencia as escamas castanhas marcantes distribuidas sobre o chapeu. Apreciado ha muito tempo pelos coletores como substituto primaveril quando as morchelas escasseiam, tambem figurou na Medicina Tradicional Chinesa como um remedio quente para aliviar tendoes e ligamentos doloridos. Sua abundancia e facil identificacao fizeram dele um elemento familiar das comunidades de coleta do hemisferio norte temperado.
Do ponto de vista ecologico, Polyporus squamosus e um importante decompositor de podridao branca que degrada a lignina e a celulose da madeira dura morta e viva, contribuindo para o ciclo de nutrientes da floresta. Frutifica principalmente na primavera e no verao, mas pode aparecer durante todo o ano, formando frequentemente grupos escalonados sobre o mesmo hospedeiro em temporadas sucessivas. A analise fitoquimica identificou a trealose como seu principal acucar livre e o acido p-hidroxibenzoico como seu principal composto fenolico, juntamente com niveis notaveis de beta-tocoferol e acidos graxos poli-insaturados; os extratos mostram atividade antioxidante, antifungica e antibacteriana. Seu chapeu escamoso e sua grande superficie porosa branca o distinguem facilmente dos poliporos mais duros em forma de casco.
Mild
Young P. squamosus has a mild, mushroomy flavor that works best incorporated into cooked dishes; older specimens turn bitter and leathery.
Firm
Young specimens have firm, tender flesh near the margins; the bracket toughens rapidly and becomes inedible as it ages and expands.
Floral
A torn fresh specimen releases a distinctive watermelon-like (cucumber-melon) fragrance that aids identification.
The cap is fan-shaped to saddle-shaped, measuring 5-30 cm across, with a wavy margin. It is typically brown to yellow-brown with a scaly texture.
None; the underside features a series of small pores instead of gills, which are white to cream-colored.
Extracts of Polyporus squamosus show antibacterial activity against E. coli, Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis, and Salmonella typhimurium in laboratory studies.
As a low-calorie, high-fiber food relatively rich in polyunsaturated fatty acids, P. squamosus has been studied as a potentially valuable food for combating inflammation and heart disease.
Older P. squamosus brackets become tough, fibrous, and indigestible; only young, tender outer margins should be eaten to avoid gastrointestinal upset.
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